Atualmente são reconhecidas pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia SETE especialidades. São elas:
Audiologia
Por meio da audição é que se adquire, normalmente, a comunicação oral. Doenças na gestação, infecções de ouvido, uso indiscriminado de medicamentos, exposição a ruídos intensos e outros podem causar alterações auditivas, comprometendo a comunicação e a qualidade de vida do indivíduo.
Linguagem
É a especialidade que trabalha com os aspectos que envolvem a comunicação oral e escrita. O seu desenvolvimento dá-se desde a infância até a idade adulta. Pessoas com problemas de comunicação (expressão e compreensão) podem ter dificuldades na sua integração social e profissional.
Motricidade Orofacial
Nesta especialidade, o fonoaudiólogo habilita/reabilita funções relacionadas a respiração, sucção, mastigação, deglutição, expressão facial e articulação da fala, propiciando melhores condições de vida e de comunicação.
Saúde Coletiva
É um campo da Fonoaudiologia voltado a construir estratégias de planejamento e gestão em saúde, no campo fonoaudiológico, com vistas a intervir nas políticas públicas, bem como atuar na atenção à saúde, nas esferas de promoção, prevenção, educação e intervenção, a partir do diagnóstico de grupos populacionais.
Voz
Representa a identidade do indivíduo, pois expressa seus sentimentos. É produzida pelas pregas vocais e quando estas não funcionam adequadamente, a voz é alterada, podendo ficar rouca, abafada, soprosa, comprometendo o trabalho e a vida pessoal. O fonoaudiólogo previne, avalia e trata os problemas da voz falada (disfonias), cantada (disonias) e ainda aperfeiçoa os padrões vocais.
Disfagia
Anteriormente identificada como um comitê do Departamento de Motricidade Orofacial, a disfagia passou a ser reconhecida como especialidade a partir da publicação da Resolução 383/2010, do Conselho Federal de Fonoaudiologia. Em 2011, o Comitê de Disfagia foi extinto e foi criado o Departamento de Disfagia.
Reabilitar o quadro disfágico significa trabalhar para a conquista de uma deglutição sem riscos de complicações. Segundo DePippo et al. (1994) o objetivo da reabilitação em disfagia orofaríngea é estabilizar o aspecto nutricional e eliminar os riscos de aspiração laringotraqueal e consequentes complicações associadas. Não é curar , não simboliza a conquista de uma deglutição normal na maioria dos casos.
Fonoaudiologia Educacional
Muito embora a linguagem, especialmente, a escrita, seja o foco dessa atuação, o Fonoaudiólogo Educacional se vê diante de várias situações-problema na escola, que envolvem conhecimentos de outras áreas, como a audição, a linguagem, a motricidade orofacial e a voz. Além disso, esse profissional precisa lidar com questões que envolvem, fundamentalmente, aspectos de gestão escolar, pois o seu planejamento de atuação não pode ser desarticulado do projeto político pedagógico da escola, na qual ele está, exatamente, tentando estabelecer um vínculo.
Aqui nessa página você encontrará dicas e explicações sobre cada uma delas bem como entrevistas com profissionais especializados na área para você já ir conhecendo melhor onde poderá atuar como futuro fonoaudiólogo.
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